Entrevista Especial: Bruno Misturini
Bruno Misturini. 23 anos. Gaúcho. Criador do PittyStop. Viciado em cigarro e café. Assim se define o maior colecionador de itens da Pitty, que não se considera um colecionador. Sempre simpático, Bruno cedeu uma pequena entrevista contando suas loucuras que fez pela a banda, a primeira vez que assistiu o show, e alguns itens que ele mais gosta. Confiram:
Você se lembra como e quando foi a primeira vez que ouviu uma música da Pitty? Qual era, e qual foi sua primeira impressão sobre a música?
A primeira que escutei foi Equalize, em 2004. Eu estava no carro com meus pais e fiz com que todos fizessem silêncio para que eu pudesse escutar. Achei a música incrível! Infelizmente, não consegui pegar o nome da música nem da cantora. Demorou um tempo para que eu descobrisse quem era a Pitty, haha.
Toda grande coleção, tem seu ponto zero, o ponto inicial. Qual foi o primeiro item que você comprou? CD conta?
A primeira vez que vi a Pitty foi no VMB de 2004. Aquele cabelo vermelho e toda aquela atitude me encantaram. No dia seguinte comprei o Admirável Chip Novo. Já o primeiro “item de colecionador” foi o single de Déjà Vu, se eu não me engano.
Quando você percebeu que não era um fã "normal" e era um colecionador?
Não chego a me ver como um colecionador. Compro por admiração ao trabalho da banda. Mas acho que o negócio começou a ficar mais sério em 2006, quando eu tinha os CDs, DVDs e alguns singles.
Quantos itens você tem hoje?
Bá, difícil. Não sei direito o que entra na “coleção”. Mas são CDs, DVDs, discos de vinil, CDs singles, alguns itens da loja oficial, como a caixinha do Chiaroscuro, alguns adesivos, bottons, camiseta, alguns CDs de coletâneas etc. Tenho também diversas revistas que eu comprava para scannear e colocar na galeria do PittyStop, haha.
Qual item você considera o mais raro da sua coleção, e por que?
O CD do Inkoma. Preciso mesmo dizer por que acho raro? haha
Qual é o item que você tem mais ciúmes e não troca ou vende por nada? Morro de ciúmes de todos eles! Acho que, por enquanto, não venderia ou trocaria nem um deles.
Que item você, apesar de estar a procura há um certo tempo, ainda não conseguiu para sua coleção?
Até essa semana, eu não procurava nada. Agora eu quero o vinil transparente do Agridoce!
Você possui algum lugar específico para guardar sua coleção? E além disso, tem alguma dica de como conservar os LPs?
Dentro de caixas mesmo (não de papelão, umas de plástico, haha). Guardo os discos junto também, mas como não tenho vitrola, mexo pouco neles.
Faça um Top 5 dos ítens que você mais gosta.
CD do Inkoma Single de Máscara Single de Admirável Chip Novo Single de Teto de Vidro Vinil azul do Chiaroscuro
Qual o seu álbum preferido? E por que?
Admirável Chip Novo. Não sei se chega a ser o preferido, mas foi o que mais me marcou.
Como, quando e onde foi a primeira vez que você ficou de frente com a Pitty? Qual foi sua reação?
Em 2008, na cidade de Novo Hamburgo. Tinha pensado em tudo que falaria pra ela. Ensaiado direitinho. Chegou na hora e fiquei mudo! Cumprimentei, bati foto, peguei autógrafo (em algumas coisas minhas e mais em 20 fotos que foram sorteadas no PittyStop – tadinha dela!), dei um abraço e saí. Lembro que eu estava bastante emocionado (e chateado por não ter falado quase nada).
Qual é o álbum que você está escutando mais ultimamente?
Confesso que tenho escutado pouco ultimamente. Mas acho que é a Trupe e Agridoce mesmo.
Para encerrar, me fale um pouco sobre você.
Bruno Misturini. 23 anos. Gaúcho. Criador do PittyStop. Viciado em cigarro e café. Hahaha https://www.facebook.com/BrunoMist e https://twitter.com/BrunoMist :)





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